e-cigar
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- Julia Magnavita
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Exemplo de uso
“O medo, no entanto, é de que a falsa sensação de que os e-cigars são seguros acabe estimulando o fumo entre pessoas que, de outro modo, nem se tornariam fumantes”
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O medo, no entanto, é de que a falsa sensação de que os e-cigars são seguros acabe estimulando o fumo entre pessoas que, de outro modo, nem se tornariam fumantes
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O dispositivo eletrônico para fumar (DEF) também é conhecido como cigarro eletrônico, vaper, pod, e-cigarette, e-ciggy, e-pipe, e-cigar, heat not burn (tabaco aquecido), entre outros. Os DEFs foram criados em 2003 e, nesses 20 anos, passaram por diversas apresentações: os produtos descartáveis - de uso único; os produtos recarregáveis com refis líquidos (que contêm, em sua maioria, propileno glicol, glicerina, nicotina e flavorizantes) - em sistema aberto ou fechado; os produtos de tabaco aquecido, com um dispositivo eletrônico em que se acopla um refil com tabaco; os sistemas "pods", que contêm sais de nicotina e outras substâncias diluídas em líquido e se assemelham a pen drives, entre outros
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Nos Estados Unidos, a marca de e-cigars que mais cresce em procura é a Juul. A fama deste dispositivo vaporizador vem do encantamento dos jovens com a oferta de oito sabores viciantes, como hortelã, manga, crème brûlée, pepino e mix de frutas. Embora tenham outros sabores em estoque, em uma reportagem da revista norte-americana New Yorker, os representantes da marca alegaram que não lançariam novidades — na tentativa de evitar a procura pelo público mais jovem